As críticas

28 de junho de 2016


Receber críticas é ruim. Seja do seu trabalho, sua roupa, sua letra, uma comida que poderia ser melhor. Ninguém gosta de receber crítica. É fato. Sempre tentamos colocar em nossas cabeças que ela pode ser construtiva. Mas até você absorver que aquilo pode ter sido para você melhorar, você já está com aquele nó na garganta.

O pior é quando você não espera, ou quando você tem mil e uma coisas na sua cabeça que já estão quase te levando às lágrimas. As pessoas olham você parada, vendo um filme, lendo um livro, ou fazendo qualquer coisas normal de um dia em um mês qualquer e acham que está tudo maravilhosamente bem. Não sabem eles a hora que você foi dormir pensando um milhões de coisas que você ainda não fez, milhões de coisas ruins que você está pensando e se matando por dentro.

Eu sempre tento ser uma pessoa positiva. Pelo menos eu sempre achei isso, mas hoje eu vi que nem tanto, eu preciso me ajudar a ser mais positiva com as coisas que acontecem na minha vida. E acima de tudo, é preciso ter objetivo e ser responsável. Cansa não ser.

Workshop de co-criação - Melissa

14 de junho de 2016


No dia 11 de junho, eu e mais algumas meninas fomos convidadas pela Melissa para participar de um Workshop de co-criação e ainda pudemos levar uma amiga melisseira também, imagina só que coisa boa! O evento aconteceu no Marante Plaza Hotel em Boa Viagem.


É claro que levei minha mãe, Ester, que adora Melissa e gosta ainda mais de dar opinião sobre as coisas. Ela foi a estrela da sala, com suas tiradas engraçadas e opiniões sinceras. Minha mainha não tem papas na língua e todo mundo já sabe disso, hahaha.


Passamos a tarde toda na companhia de várias pessoas incríveis que trabalham com a marca, e tivemos muitos momentos de imensa criatividade e risadas. Conversamos sobre as coleções, demos ideias, apontamos alguns probleminhas que vemos na marca e nos produtos e buscamos suas soluções e muita inovação. Depois de uma chuva de ideias - com direito a apresentação - ganhamos vários presentinhos da Melissa! Claro que: TODO MUNDO AMOU.



Achei maravilhosa a marca buscar a opinião de quem realmente consome o produto e gosta da marca. Não só ouvir, mas compreender e dar importância ao que foi falado. Ali, representamos muitas meninas que também tem um carinho muito especial pela Melissa e não tem vergonha de mostrar a ninguém. Foi um dia incrível e foi muita massa essa troca de experiências e ideais. Quem venham mais dias assim, com cheirinho de chiclete. 


Um beijo especial a todas as meninas que compareceram ao evento e a todos que participaram e nos trataram com tanto carinho. 



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Créditos: 


Melissa Oficial

Clube Melissa Recife

#AmoMeuKindle + Kindle Unlimited

8 de junho de 2016


Quando vi uma postagem no blog da Gabi sobre o Kindle, fiquei curiosa e fui pesquisar mais sobre ele. Eu já vinha querendo melhorar minha leitura, mas não estava tendo muito sucesso... Eu tinha um certo preconceito sobre os leitores digitais e vi vários vídeos de comparações entre os leitores que existem aqui no Brasil antes de me decidir pelo Kindle, da Amazon.

Você pode ver vários posts muito bem explicados sobre eles, e muitos vídeos, mas também irei deixar as minhas considerações simples e rápidas sobre como está sendo a minha experiência com o Kindle:

1. Leve e muito bom de ler, não cansa a vista. Realmente parece folha de papel. Você pode ler por horas e não vai ter problema algum.
2. A bateria dura muito. Sério.
3. Tem dicionário, notas e ainda a opção de compartilhar algo que você achou legal no Facebook ou no Twitter.
4. Tem espaço para dar, emprestar e vender.
5. Vale o investimento, pois, estou lendo como nunca. E por prazer.
6. É bom comprar uma capinha para proteger o Kindle. Comprei a minha na própria Amazon.

Não deixarei de ler livros físicos, é claro. Não há nada mais gostoso que cheirinho de livro novo, mas a praticidade do e-reader é encantadora.

Meu Kindle custa R$299,00, ele é com tela sensível ao toque e Wi-Fi, a versão mais simples, mas é mais do que perfeito. Mais perfeito ainda foi comprear em uma promoção, então saiu ainda mais barato e me rendeu a certeza que a Amazon é um exemplo de empresa. O tratamento que eles tem com a gente é incrível, o que era pra ser comum se torna diferente... Infelizmente.


Custando R$19,90 por mês, a Amazon oferece esse serviço de empréstimo de e-books. O Kindle Unlimited é como se fosse uma Netflix de livros, só que você só pode ter 10 livros do serviço em sua biblioteca, se você quiser mais, terá que devolver um.

A quantidade de livros em inglês é enorme, em português poderia ser maior, mas a cada dia a Amazon vem colocando mais e mais. Para mim, ele está valendo e muito.

Você também tem a opção de comprar os livros ou baixar pela internet e colocar no seu Kindle, colocando ele no seu computador, como se fosse um pendrive já no formato mobi, que é o que o Kindle aceita. Mas ele também lê PDF pra você que, como eu, sempre tem que estudar. 

O menino que queria conhecer o sertão

24 de maio de 2016



Um céu cinzento desenhava a cidade de pedra do menino amarelo. Antenas apontadas para cima anunciavam gente com cara de tédio. Entre uma torre imensa e uma casa esmagada, era possível avistar a janela do menino de cor flava que se sentava no parapeito para espreitar o mar. Instalado no quadrado da sua torre de tijolos, ele olhava o horizonte que não saía da sua frente. Ao redor, era possível perceber olhares voltados ao punho e fumaças embaçando visões cegas. Na televisão dentro do quarto ecoavam vozes o chamando para as férias imperdíveis na praia.

Na sala, os pais reafirmavam a importância do vento bater no rosto daquele andar. Nas ruas, pessoas sorriam da água batendo no rosto. Na cabeça do menino, havia apenas um desejo: o sertão. Ele cheirava todo dia a maresia e não conseguia tirar do pensamento a fotografia que vira na internet do verde bonito da planta que embelezava aquela areia sem fim. Não conseguia parar de pensar nas palavras ligeiras que saíam das bocas dos homens e mulheres que moravam ali. 

Não tirava da cabeça a melodia estranhamente inefável que sacudia os pés dos moradores que habitavam aquele lugar. O menino sonhava com aquele azulão do mar no céu todo dia. Imaginava o calor do vento batendo nas suas mãos e implorando para cair no seu corpo. Almejava abraços conhecidos e pés descalços na rua. Sonhava com a brincadeira que poderia fazer no silêncio e como seria jogar na terra seca. O menino perguntava se a sua cor ainda seria amarela. Se sua janela ainda teria grades. Se o mundo ainda seria surdo. Se a beleza ainda seria cega. O menino queria que o mar virasse sertão.
 
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