chegou 2019.

3 de janeiro de 2019

Imagem: @pinterestbr

Toda virada de ano a gente espera que os nossos próximos 365 dias sejam completamente maravilhosos. Esperamos super mudanças ou não, esperamos cumprir as tantas metas, esperamos guardar dinheiro, viajar... A maior certeza do mundo é que todo mundo vira o ano com muita esperança. Acredito que seja importante fazermos uma autorreflexão de como foi o nosso ano e mais importante ainda, as nossas escolhas. E a partir disso tudo, a gente vai ver o que precisamos mudar realmente na nossa vida. 

Nesse ano novo decidi não fazer tantos planos, e desacelerar. 2018 foi um ano em que não me respeite tanto, em relação a ter tempo pra mim, me cuidar e cuidar da minha saúde e alegria. Muitas vezes fazemos muitos planos e queremos abraçar o mundo com as mãos, e ficamos com tantas responsabilidades que acabamos não fazendo tudo do jeito que queremos, e isso deixa triste, ainda mais pra quem gosta de tudo perfeito e maravilhoso. Você faz tudo pela metade ou apenas por fazer. O melhor é fazer o que você pode fazer, tudo da melhor forma que você puder - sem fazer mal pra você, olhar pra aquilo ali e pensar como tá massa e você deu o seu melhor ali, e isso deixou de acontecer algumas vezes comigo. Então, a maior meta pra mim este ano novo sou eu. 

Esse ano tá vindo pra mim com muita expectativa de mudança, mudança de vida. Espero estar bem pra receber tudo com amor e tranquilidade. Ah, temos que pensar na gente mas não podemos esquecer dos amigos, se é que você me entende... Ninguém larga a mão de ninguém. 

Bem-vindo, 2019. 

Priscila Barbosa | @priii_barbosa

23 de maio de 2018


Há uns tempos descobri uma artista maravilhosa chamada Priscila Barbosa. Fiquei completamente encantada com a arte dessa mulher. Suas cores e momentos tocam no coração e nos representam. Ela consegue trazer a beleza que muitas vezes nós não conseguimos ver, ou até mesmo não achamos tão belo assim. Pricila é mulher e se ama, e ela mostra isso pra gente. 








As inspirações dela são principalmente o ato de ser mulher, e isso me emociona. 
É pura poesia. Priscila já se tornou a ilustradora do meu coração, isso é real.








Ela disponibiliza algumas ilustrações como imagens para wallpaper no próprio Instagram dela, e claro, é o que você pode ver no meu celular sempre.


Ela tem uma loja online onde você pode encontrar um monte de lindeza que ela já fez. 
Para conhecer é só clicar aqui.



Tem uma matéria e entrevista muito massa sobre ela no Follow the Colours, além de muitas outras com ela e sobre ela. Você pode olhar todas e será feliz. Um beijo.

Pra saber mais:
Instagram | Facebook | Loja Online

Outros jeitos de usar a boca | rupi kaur

26 de março de 2018

Imagem: ceuemversos.com.br
Fiquei fora. Tirou de mim. Não sei outra frase que eu possa começar a escrever aqui sobre este livro. Existem aqueles livros, aquelas palavras que parecem que foram escritas especialmente pra você e no momento mais perfeito. Rupi Kaur é uma daquelas pessoas no mundo que fazem você sorrir pela existência. É indispensável a leitura a todas as mulheres e homens que alguém vez já amaram, choraram ou se questionaram sobre a sua vida. 

Não se envergonhe se você chorar ou fechar os olhos pra digerir as palavras que estão ali naquela folha. É bom e é lindo. 

Imagem: starving.com.br


Catarina

1 de março de 2018


Recife, 25 de janeiro de 2018.


Querido diário,

Hoje, ainda agorinha de tarde, dentre as brisas tão constantes do meu quarto, pude entender. Parei, na maior força das brisas, em frente ao espelho e me olhei, nua, eu me olhei. Analisei cada pedaço do meu corpo com amor, com um amor que eu nunca havia sentido mais forte. Senti cada parte do meu corpo pulsar de alegria em ter sido reconhecido. Como se dissesse: Eu estive aqui todo esse tempo, que bom que você agora pode ver! E fiquei ali, em frente àquele espelho, sorrindo e amando a mim mesma e me reconhecendo como minha própria melhor amiga, como minha companheira de luta. A mais inseparável das companheiras. Que sentimento bom!

De pronto vários pensamentos passearam pela minha cabeça e o mais latente deles era a tal da maturidade, da aceitação de quem se é, como e de que é feito. Amar cada átomo em si que te carrega. Maturidade. E de tantos pensamentos vagueando em mim, fui parar no meu nome. Me olhei de novo no espelho e disse: ANA. Nada aconteceu, nenhuma dica de que essa era eu, tentei de novo: CATE. Nada. Entendo que essa era eu dias atrás, mas algo me diz que já não sou mais como leio a mim mesma, mas como sou lida. CATE não me condiz, aos olhos alheios, não tenho sido mais essa maloqueira que carrega esse apelido como seu alter ego, seu eu descontraído, desinteressado... eu já não sou essa moleca. Nunca antes o nome CATARINA me coube tanto. 

Quando o lancei em minha face no espelho em alto e sonoro tom CATARINA, pude me entender completamente, acho que os nomes que vão nos dando ao longo da vida nos definem por muito tempo. Já fui Tat, Já fui Aninha, Já fui Cate e agora tô mais do que sempre CATARINA. Em breve acredito que serei mais ANA CATARINA e depois, como minha avó, serei somente DONA ANA.

Autora: Catarina Oliveira.
 
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