Priscila Barbosa | @priii_barbosa

23 de maio de 2018


Há uns tempos descobri uma artista maravilhosa chamada Priscila Barbosa. Fiquei completamente encantada com a arte dessa mulher. Suas cores e momentos tocam no coração e nos representam. Ela consegue trazer a beleza que muitas vezes nós não conseguimos ver, ou até mesmo não achamos tão belo assim. Pricila é mulher e se ama, e ela mostra isso pra gente. 








As inspirações dela são principalmente o ato de ser mulher, e isso me emociona. 
É pura poesia. Priscila já se tornou a ilustradora do meu coração, isso é real.








Ela disponibiliza algumas ilustrações como imagens para wallpaper no próprio Instagram dela, e claro, é o que você pode ver no meu celular sempre.


Ela tem uma loja online onde você pode encontrar um monte de lindeza que ela já fez. 
Para conhecer é só clicar aqui.



Tem uma matéria e entrevista muito massa sobre ela no Follow the Colours, além de muitas outras com ela e sobre ela. Você pode olhar todas e será feliz. Um beijo.

Pra saber mais:
Instagram | Facebook | Loja Online

Outros jeitos de usar a boca | rupi kaur

26 de março de 2018

Imagem: ceuemversos.com.br
Fiquei fora. Tirou de mim. Não sei outra frase que eu possa começar a escrever aqui sobre este livro. Existem aqueles livros, aquelas palavras que parecem que foram escritas especialmente pra você e no momento mais perfeito. Rupi Kaur é uma daquelas pessoas no mundo que fazem você sorrir pela existência. É indispensável a leitura a todas as mulheres e homens que alguém vez já amaram, choraram ou se questionaram sobre a sua vida. 

Não se envergonhe se você chorar ou fechar os olhos pra digerir as palavras que estão ali naquela folha. É bom e é lindo. 

Imagem: starving.com.br


Catarina

1 de março de 2018


Recife, 25 de janeiro de 2018.


Querido diário,

Hoje, ainda agorinha de tarde, dentre as brisas tão constantes do meu quarto, pude entender. Parei, na maior força das brisas, em frente ao espelho e me olhei, nua, eu me olhei. Analisei cada pedaço do meu corpo com amor, com um amor que eu nunca havia sentido mais forte. Senti cada parte do meu corpo pulsar de alegria em ter sido reconhecido. Como se dissesse: Eu estive aqui todo esse tempo, que bom que você agora pode ver! E fiquei ali, em frente àquele espelho, sorrindo e amando a mim mesma e me reconhecendo como minha própria melhor amiga, como minha companheira de luta. A mais inseparável das companheiras. Que sentimento bom!

De pronto vários pensamentos passearam pela minha cabeça e o mais latente deles era a tal da maturidade, da aceitação de quem se é, como e de que é feito. Amar cada átomo em si que te carrega. Maturidade. E de tantos pensamentos vagueando em mim, fui parar no meu nome. Me olhei de novo no espelho e disse: ANA. Nada aconteceu, nenhuma dica de que essa era eu, tentei de novo: CATE. Nada. Entendo que essa era eu dias atrás, mas algo me diz que já não sou mais como leio a mim mesma, mas como sou lida. CATE não me condiz, aos olhos alheios, não tenho sido mais essa maloqueira que carrega esse apelido como seu alter ego, seu eu descontraído, desinteressado... eu já não sou essa moleca. Nunca antes o nome CATARINA me coube tanto. 

Quando o lancei em minha face no espelho em alto e sonoro tom CATARINA, pude me entender completamente, acho que os nomes que vão nos dando ao longo da vida nos definem por muito tempo. Já fui Tat, Já fui Aninha, Já fui Cate e agora tô mais do que sempre CATARINA. Em breve acredito que serei mais ANA CATARINA e depois, como minha avó, serei somente DONA ANA.

Autora: Catarina Oliveira.

MACÉIO, AL

29 de janeiro de 2018


Mais uma vez eu afirmo que um final de semana fora pode ser maravilhoso e super revigorante. Fomos a Maceió em uma sexta-feira e voltamos para casa no domingo, foi bem tranquilo, aproveitamos demais. Uma viagem barata pra perto de onde você mora, como os estados vizinhos, sai super em conta, se você souber poupar um pouco. 





Procuramos uma pousada bem localizada e com o preço mais acessível, achamos no Booking.com algumas opções e logo depois decidimos pela POUSADA CATAMARÃ, antiga Pousada Maceió. As duas diárias ficaram 270,00 reais. A pousada tem uma ótima localização, uma rua até a Orla de Ponta Verde, muito fácil de chegar em qualquer lugar. Porém, não recomendo a pousada, a estrutura deixa muito a desejar. Ficamos em um quarto em uma espécie de anexo à recepção, em um quarto tão pequeno que nunca tinha visto igual, tinha espaço apenas para a cama e um frigobar e um banheiro que nem vou comentar. 

Enfim, mais uma experiência pra mim na hora de reservar um lugar para ficar: acredite de verdade nas avaliações. Muitas vezes vale a pena pagar um pouco mais e ter um pouquinho mais de conforto. 



Ficamos em uma barraquinha de início, mas depois pegamos a canga e ficamos lá na areia, conversando e bebendo cerveja barata e tomando caldinho. Depois visitamos a Feira de Artesanato principal da orla, e ainda vimos mais uma que estava por lá, a Feira de Verão. Muita coisa bonita e com um preço legal. A Orla tem muita opção de restaurantes e lanchonetes, fica a sua escolha.








Viajamos de ônibus pela REAL ALAGOAS, super confortável e rápido. Chegamos em Recife em menos de 4 horas. Já está decidido que faremos isso mais vezes, desse mesmo jeitinho e melhorando sempre mais. 




Maceió é linda, vai lá ver. 


 
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